Por que o preço do GRT aumentou?
O The Graph (GRT) subiu 0,69% nas últimas 24 horas, superando um mercado cripto estável (+0,8% em 7 dias, +20% em 30 dias). Os principais motivos foram:
- Inclusão no Grayscale AI Fund – GRT foi adicionado ao portfólio institucional com peso de 5,3%, mostrando confiança no projeto.
- Avanço Técnico – O preço ultrapassou médias móveis importantes, e o RSI indica força de alta.
- Impulso Cross-Chain – A recente integração com CCIP amplia a utilidade do GRT em várias blockchains, como Solana.
Análise Detalhada
1. Demanda Institucional (Impacto Positivo)
Resumo: Em 8 de janeiro de 2026, o Grayscale adicionou GRT (5,3% da carteira) ao seu Decentralized AI Fund, ao lado de projetos como Bittensor e NEAR. Isso aconteceu após a integração do GRT com o Chainlink CCIP em novembro de 2025, que permite transferências entre diferentes blockchains.
O que isso significa: Quando grandes fundos institucionais investem, isso costuma antecipar maior interesse do público em geral. A decisão do Grayscale confirma o papel do GRT em infraestrutura de IA e dados, atraindo capital de fundos que acompanham ETFs. O volume de negociações subiu 62%, chegando a US$ 35 milhões, mostrando interesse dos compradores.
2. Força Técnica (Impacto Misto)
Resumo: O GRT está cotado a US$ 0,0425, acima das médias móveis de 7 dias (US$ 0,0418) e 30 dias (US$ 0,0389). O RSI-7 em 59,71 indica momento de alta, mas sem estar sobrecomprado.
O que isso significa: Romper a resistência em US$ 0,041 (que agora virou suporte) pode levar o preço a US$ 0,0447 (nível Fibonacci de 23,6%). Porém, a média móvel de 200 dias (US$ 0,0719) ainda é um desafio para o longo prazo.
Fique de olho: Se fechar abaixo de US$ 0,040, pode testar novamente a mínima de dezembro em US$ 0,035.
3. Crescimento do Ecossistema (Impacto Positivo)
Resumo: O The Graph processou 11,6 bilhões de consultas no quarto trimestre de 2025, com o CCIP permitindo staking entre blockchains como Solana e Arbitrum. A integração com TRON em julho de 2025 trouxe streaming de dados em tempo real.
O que isso significa: O aumento no uso gera mais demanda por GRT, através de taxas de consulta e staking. Desenvolvedores que criam em novas blockchains, como Base, podem manter essa utilidade em alta.
Conclusão
A valorização do GRT reflete o reconhecimento institucional do seu papel na infraestrutura Web3 e o momento técnico positivo, embora o preço ainda esteja 82% abaixo do pico de 2021. O sentimento misto do mercado (CMC Fear/Greed: 49/100) e a dominância do Bitcoin (58,97%) limitam os avanços das altcoins.
Ponto chave para acompanhar: O GRT conseguirá se manter acima de US$ 0,04 caso o BTC sofra correção? Fique atento ao próximo rebalanceamento do portfólio do Grayscale (6 de janeiro de 2026) e às métricas de adoção do Substreams.
O que pode influenciar o preço do GRT?
Resumo Rápido
A perspectiva de preço do GRT depende de atualizações no protocolo que aumentem sua utilidade, expansão entre diferentes blockchains que ampliem a adoção, e o sentimento do mercado, que apresenta sinais mistos de acumulação.
- Atualização Horizon: Em funcionamento desde dezembro de 2025, permite uma infraestrutura de dados multi-serviço e novas fontes de receita.
- Staking entre Blockchains: A integração com CCIP possibilita transferências de GRT entre Solana e Arbitrum, ampliando sua utilidade.
- Sinais de Acumulação: Atividade de grandes investidores (“whales”) e um RSI sobrevendido indicam possível reversão, apesar do cenário macro negativo.
Análise Detalhada
1. Evolução do Protocolo com Horizon (Impacto Positivo)
Visão Geral: A atualização Horizon, lançada em dezembro de 2025, transformou The Graph de um protocolo focado em um único serviço para uma plataforma modular com múltiplos serviços. Agora, suporta fluxos de dados em tempo real, APIs para inteligência artificial e soluções empresariais, como o banco de dados blockchain da DTCC, mantendo o uso do $GRT para staking e pagamentos. Essa mudança na arquitetura abre novas possibilidades além dos subgraphs tradicionais.
O que isso significa: Ao ampliar a utilidade do GRT para diversos serviços de dados, a Horizon pode aumentar a demanda por staking e a geração de taxas. A adoção por grandes empresas, como a DTCC, cria valor real além da especulação. Atualizações anteriores, como a integração com Solana, aumentaram o volume de consultas em 12% no trimestre, indicando que ondas similares de adoção podem impulsionar o GRT. (The Graph)
2. Expansão da Liquidez entre Blockchains (Impacto Positivo)
Visão Geral: A integração do Chainlink CCIP permite transferências de GRT entre as redes Solana, Arbitrum e Base. Isso abre caminho para staking e pagamentos de taxas entre diferentes blockchains, aguardando apenas a implantação da infraestrutura de ponte (bridge). A recente integração com a TRON também traz mais de 318 milhões de usuários para o ecossistema.
O que isso significa: A acessibilidade multi-chain elimina a fragmentação da liquidez, aumentando o mercado potencial do GRT e a participação no staking. Movimentos similares entre blockchains, como o XCM da Polkadot, elevaram o valor total bloqueado (TVL) de tokens de utilidade em 30% a 80% após a integração. Porém, atrasos na implantação das pontes podem adiar esses benefícios. (CoinMarketCap)
3. Divergência Técnica e de Sentimento (Impacto Misto)
Visão Geral: O preço atual ($0,0432) está abaixo da média móvel de 200 dias ($0,071), mas mostra sinais de alta com o histograma MACD positivo e RSI em 59,71 (neutro). O sentimento nas redes sociais está dividido — grandes investidores acumulam, enquanto o índice de “extreme fear” indica medo no mercado.
O que isso significa: No curto prazo, o preço pode se beneficiar de recuperações após sobrevenda (RSI chegou a 31 em novembro de 2025), mas uma recuperação sustentável depende da melhora na estrutura do mercado. O aumento de 7% no preço em 17 de janeiro de 2026 mostrou reação rápida a sinais positivos, mas a resistência em $0,044 é um ponto-chave. Em um cenário macro neutro (Fear & Greed: 50), o GRT precisa de maior convicção no volume para avançar. ([CMC Technicals](), PumpDumpAlert)
Conclusão
O caminho do GRT equilibra recuperações técnicas de curto prazo com o crescimento estrutural trazido pela mudança para múltiplos serviços via Horizon e a expansão cross-chain. O sucesso na implantação das pontes e a adoção empresarial podem confirmar a tese do GRT como “token de infraestrutura de dados”, enquanto o sentimento macroeconômico continuará sendo o fator decisivo. O crescimento do volume de consultas (atualmente acima de 1,2 trilhões) está acelerando mais rápido que a inflação da oferta de tokens?
O que dizem sobre o GRT?
As conversas sobre The Graph (GRT) oscilam entre oportunidades de compra por valor e batalhas contra resistências. Veja os principais pontos do momento:
- Traders técnicos discutem níveis importantes de suporte e resistência
- Padrões macro de longo prazo indicam potencial de alta explosiva
- Sinais de acumulação silenciosa ganham força em meio a preços estáveis
- Padrões de baixa alertam para riscos de queda adicional
Análise Detalhada
1. @666_illumina: Rejeição na resistência indica recuo — baixa
"✏️ Análise $GRT – ativo atingiu nível chave de resistência, recuo em andamento"
– @666_illumina (1643 seguidores · N/A · 17/01/2026 19:48 UTC)
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O que isso significa: Este é um sinal negativo para GRT, pois a rejeição da resistência próxima a $0,044 historicamente provoca quedas entre 5% e 10%, reforçando o canal de baixa atual.
2. @nustleo: Padrão de cunha descendente sugere alta de 1400% — alta
"🔭 Grande Cunha Descendente – alvo de rompimento em $0,75 🚀 $2,40 (+1400%)"
– @nustleo (532 seguidores · N/A · 10/01/2026 22:09 UTC)
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O que isso significa: Este é um sinal positivo para GRT, pois os padrões mensais indicam uma possível reversão macro, com $0,032 confirmado como fundo de longo prazo.
3. @yakupba: Fase de acumulação silenciosa em andamento — alta
"$GRT Não durma – fase silenciosa de acumulação 👀🚀"
– @yakupba (962 seguidores · N/A · 10/01/2026 13:45 UTC)
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O que isso significa: Este é um sinal positivo para GRT, pois o aumento no volume durante a consolidação de preço geralmente antecede movimentos de alta, indicando posicionamento de investidores experientes.
4. @KlondikeAI: Padrão de baixa com alvo em $0,0317 — baixa
"❕ Cunha Ascendente formada – entrada vendida em $0,0417, alvo $0,0317"
– @KlondikeAI (3043 seguidores · N/A · 12/01/2026 00:01 UTC)
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O que isso significa: Este é um sinal negativo para GRT, pois o padrão de baixa de 12 horas projeta queda de 24% caso o suporte em $0,041 seja rompido, acelerando liquidações.
Conclusão
O consenso sobre The Graph (GRT) está dividido, equilibrando configurações técnicas de valor profundo contra o momento de baixa no curto prazo. Fique atento a um rompimento decisivo acima da resistência em $0,0445 ou abaixo do suporte em $0,041 para confirmar a próxima direção do preço.
Quais são as últimas notícias sobre o GRT?
A semana do GRT misturou uma forte alta no preço com previsões otimistas e apoio institucional constante, embora a liquidez ainda seja baixa.
- Alta de 8% no preço (17 de janeiro de 2026) – O GRT subiu para US$ 0,0445, mas o volume baixo indica que o movimento pode ser instável.
- Metas de preço para 2026 (13 de janeiro de 2026) – Analistas acreditam que o preço pode chegar entre US$ 1,20 e US$ 1,50 se a adoção do Web3 acelerar.
- Grayscale mantém GRT (8 de janeiro de 2026) – O AI Fund mantém 5,3% em GRT, reforçando a narrativa de IA e dados.
Análise Detalhada
1. Alta no preço (17 de janeiro de 2026)
Resumo: No dia 17 de janeiro, o GRT teve uma alta de 8,17% em relação ao USDT, chegando a US$ 0,0445, segundo alertas de redes sociais. Essa alta aconteceu com volume baixo (~US$ 20 milhões), o que pode indicar maior volatilidade.
O que isso significa: Essa alta é positiva no curto prazo e pode indicar o fim de um período de estabilidade, mas a baixa liquidez aumenta o risco de reversão. Os investidores devem ficar atentos ao suporte em US$ 0,041 e às mudanças no volume de negociações. (Crypto Pump Dump Alert)
2. Metas de preço para 2026 (13 de janeiro de 2026)
Resumo: A BitcoinWorld projetou que o GRT pode alcançar entre US$ 1,20 e US$ 1,50 até o final de 2026, citando o crescimento do Web3, expansão multi-chain e adoção por empresas como principais fatores, em análise publicada em 13 de janeiro.
O que isso significa: Essa previsão é neutra a otimista, mostrando confiança dos analistas, mas depende do sucesso na execução dessas tendências. É importante acompanhar o volume de consultas trimestrais e o número de subgraphs para validar a adoção. (BitcoinWorld)
3. Grayscale mantém GRT (8 de janeiro de 2026)
Resumo: A atualização do fundo da Grayscale em 8 de janeiro mostrou que o Decentralized AI Fund mantém 5,3% de sua carteira em GRT, junto com outros tokens de IA como Bittensor e Render, focados em infraestrutura blockchain.
O que isso significa: Isso é positivo para o longo prazo, pois o apoio institucional confirma a utilidade do GRT em IA e dados, embora a pequena participação limite o impacto imediato no preço. (Odaily)
Conclusão
A trajetória do GRT combina negociações voláteis, otimismo dos analistas e suporte institucional — mas precisa de adoção contínua para liberar seu potencial de valorização. Como as tendências das taxas de consulta no primeiro trimestre vão refletir o crescimento real do uso?
O que se espera do desenvolvimento do GRT?
O roadmap do The Graph foca na expansão entre diferentes blockchains, integração de IA e evolução do protocolo.
- Staking entre blockchains via CCIP (2026) – Permitir staking de GRT nas redes Solana, Arbitrum e Base.
- Motores de dados com SQL (2026) – Melhorar a eficiência das consultas para análises complexas.
- Infraestrutura com IA (2026) – Ampliar ferramentas de IA sem código para dados onchain.
- Transparência na tokenomics (2026) – Responder às dúvidas da comunidade sobre o design econômico do GRT.
Análise Detalhada
1. Staking entre blockchains via CCIP (2026)
Visão geral: O The Graph planeja finalizar a integração com o Cross-Chain Interoperability Protocol (CCIP) da Chainlink para permitir staking, delegação e pagamento de taxas com GRT nas redes Solana, Arbitrum e Base. Isso segue o anúncio de julho de 2025 sobre essa funcionalidade, com testes técnicos já realizados em testnets.
O que isso significa:
- Positivo: A utilidade do GRT em várias redes pode aumentar a demanda, tornando-o um ativo importante para taxas e staking.
- Risco: Atrasos na infraestrutura de conexão entre redes ou baixa adoção na Solana podem frear o crescimento.
2. Motores de dados com SQL (2026)
Visão geral: Uma atualização planejada para a camada de indexação do The Graph pretende integrar consultas no estilo SQL, permitindo que desenvolvedores façam análises avançadas (como séries temporais) diretamente nos dados da blockchain. Isso se baseia na arquitetura modular do protocolo Horizon, lançada em dezembro de 2025.
O que isso significa:
- Positivo: Pode atrair empresas que precisam de fluxos de dados complexos, aumentando as taxas de consulta.
- Neutro: O sucesso depende da adoção pelos desenvolvedores e da compatibilidade com os subgraphs existentes.
3. Infraestrutura com IA (2026)
Visão geral: O beta de IA do The Graph, lançado em 2025, será expandido com ferramentas como o “Graph Assistant”, que permite consultas de dados sem necessidade de código, e a integração de agentes de IA (MCP). O objetivo é facilitar o acesso a dados onchain para usuários sem conhecimento técnico, conforme o update do produto no terceiro trimestre de 2025.
O que isso significa:
- Positivo: A adoção da IA pode criar novos casos de uso, como bots de negociação automatizados e painéis de análise.
- Risco: Plataformas concorrentes de IA para dados, como Fetch.ai, podem reduzir o impacto.
4. Transparência na tokenomics (2026)
Visão geral: Discussões na comunidade entre outubro e novembro de 2025 pedem mais clareza sobre controle de inflação, recompensas de delegação e gestão do tesouro do GRT. O Conselho do The Graph indicou que haverá documentação revisada sobre tokenomics em 2026.
O que isso significa:
- Positivo: Uma economia mais transparente pode aumentar a confiança dos investidores, especialmente após a queda de 81% no preço anual do GRT.
- Negativo: Se as preocupações não forem resolvidas, a pressão de venda por parte de delegadores e investidores iniciais pode continuar.
Conclusão
O roadmap do The Graph para 2026 equilibra melhorias técnicas (cross-chain, IA) com reformas econômicas guiadas pela comunidade. Enquanto a expansão da infraestrutura acompanha o futuro multi-chain do web3, a recuperação do preço do GRT depende da resolução das questões de tokenomics. Será que o aumento da atividade dos desenvolvedores compensará as preocupações com a inflação? Fique atento ao volume trimestral de consultas e às taxas de participação no staking para sinais importantes.
Quais são as atualizações no código-fonte do GRT?
O código do The Graph está avançando com foco em infraestrutura modular e interoperabilidade entre diferentes blockchains.
- Atualização Horizon (11 de dezembro de 2025) – Transformou o protocolo em um sistema multi-serviços, suportando transmissões em tempo real e ferramentas de análise.
- Fase 2 da Integração CCIP (7 de novembro de 2025) – Permitindo transferências de GRT para Solana via protocolo cross-chain da Chainlink.
- Modo Dev Subgraph (30 de outubro de 2025) – Facilitou testes locais e design modular de dados para desenvolvedores.
Análise Detalhada
1. Atualização Horizon (11 de dezembro de 2025)
Visão geral: A atualização Horizon transformou o The Graph de um protocolo focado apenas em subgraphs para uma camada de dados modular e multi-serviços. Agora, além dos subgraphs, o sistema suporta transmissões em tempo real, APIs pré-indexadas e ferramentas de análise.
Essa mudança permite que desenvolvedores criem diversos serviços de dados, como fluxos de trabalho de inteligência artificial e análises empresariais, usando a mesma infraestrutura descentralizada. A atualização também unificou a arquitetura para Subgraphs, Substreams e serviços de Token API.
O que isso significa: Essa evolução é positiva para o GRT, pois amplia sua utilidade além da simples indexação, posicionando-o como uma base para soluções de dados web3 em nível empresarial. Os desenvolvedores ganham mais liberdade para inovar sem depender de sistemas centralizados.
(Fonte)
2. Fase 2 da Integração CCIP (7 de novembro de 2025)
Visão geral: O The Graph completou a segunda fase da integração com o Chainlink CCIP, permitindo transferências de GRT para a blockchain Solana, além do suporte já existente para Arbitrum, Base e Avalanche.
Essa atualização finalizou funcionalidades como staking cross-chain, delegação e pagamento de taxas de consulta. A infraestrutura de ponte do The Graph unifica a liquidez do GRT entre diferentes ecossistemas, diminuindo a fragmentação.
O que isso significa: No curto prazo, o impacto para o GRT é neutro, pois ainda existem riscos na execução. Porém, a longo prazo, é positivo, pois a funcionalidade cross-chain fortalece o papel do GRT em aplicativos multi-chain, podendo aumentar a demanda conforme desenvolvedores da Solana adotem o The Graph.
(Fonte)
3. Modo Dev Subgraph (30 de outubro de 2025)
Visão geral: Foram lançadas quatro novas funcionalidades para Subgraphs, incluindo testes locais sem necessidade de reimplantar no IPFS, composição modular e chamadas paralelas a contratos.
Agora, os desenvolvedores podem criar e testar subgraphs localmente com feedback imediato, reutilizar subgraphs existentes como “Legos” e otimizar a velocidade de sincronização usando chamadas declarativas eth_calls.
O que isso significa: Essa melhoria é positiva para o GRT, pois ciclos de desenvolvimento mais rápidos e menor dependência de RPCs facilitam a entrada de novos desenvolvedores, incentivando mais implantações de subgraphs e aumento no volume de consultas.
(Fonte)
Conclusão
O The Graph está se transformando em um protocolo de dados multi-chain e multi-serviços, com atualizações recentes focadas em escalabilidade empresarial (Horizon), interoperabilidade entre ecossistemas (CCIP) e melhor experiência para desenvolvedores (ferramentas Subgraph). Essas mudanças acompanham a evolução do web3 rumo a infraestruturas modulares e aplicações cross-chain.
Como a maior utilidade do GRT impactará a demanda, à medida que cadeias concorrentes L1/L2 adotam os serviços do The Graph?